Os alunos do 9.º ano, na disciplina de Ciências Naturais procederam à dissecação do coração de um mamífero (porco).
Apresentam-se de seguida algumas das fotos obtidas durante a atividade.
No final procederam à elaboração do relatório da atividade.
Figura 1 – Aspeto exterior do coração
As paredes das aurículas, cavidades superiores do coração, são consideravelmente mais finas do que as dos ventrículos, cavidades inferiores, uma vez que as aurículas recebem o sangue que chega ao coração e têm de o impulsionar para os ventrículos, enquanto que os ventrículos têm de impulsionar o sangue para o exterior do coração, a maior pressão.
O coração encontra-se dividido, internamente, em metade direita e esquerda através do septo interventricular.
Externamente também é possível observar os vasos da circulação coronária, vasos responsáveis pelo abastecimento das células do musculo cardíaco e pela remoção dos produtos do seu metabolismo.
Figura 2 – Artérias: aorta e pulmonar
As artérias são vasos de espedes espessas, elásticas e resistentes, pois têm que transportar o sangue que sai do coração, a grande pressão.
As veias possuem paredes menos espessas e menos elásticas do que as veias, porque transportam o sangue para o coração, encontrando-se este sangue a baixa pressão.
Figura 3 – Ventrículo direito e esquerdo
A parede do ventrículo esquerdo é consideravelmente mais espessa do que a do ventrículo direito, já que o ventrículo esquerdo tem de ejetar o sangue a maior pressão, pois este vai para todas as partes do corpo, enquanto o ventrículo direito apenas impulsiona o sangue para os pulmões, que estão ao lado do coração.
Figura 4 – A traqueia, onde se distinguem claramente os anéis cartilagíneos incompletos na parte posterior
Graças ao Sr. Jorge, que nos forneceu o coração, fomos brindados com um conjunto completo onde se inclui os pulmões, a traqueia, a laringe e também a epiglote.
Figura 5 – A laringe
Figura 6: As válvulas semilunares
As válvulas semilunares que existem nas artérias aorta e pulmonar, próximo do coração servem para impedir o refluxo do sangue aos ventrículos, obrigando-o a seguir em frente.
Elisabete Carvalho, Docente do Grupo 520